segunda-feira, 21 de setembro de 2015

RESENHA: PIRATAS DO VALE DO SILÍCIO (PIRATES OF SILICON VALLEY)

Ano: 1999                                                      Diretor: Martyn Burke
Elenco: Noah Wyle (Steve Jobs), Anthony Michael Hall (Bill Gates), Joey Slotnick (Steve Wozniak), John DiMaggio (Steve Ballmer), Josh Hopkings (Paul Allen).

O filme passa na Califórnia e Albuquerque nos EUA, em meados de 1971, é narrado pelo ponto de vista de Steve Wozniak e Steve Ballmer mostra os maiores empreendedores da informática dos últimos tempos e como tema principal o desenvolvimento e da popularização dos computadores.
Logo de inicio percebemos um jovem Steve Jobs hippie e contestador, que frequentava passeatas na universidade, Wozniak e sua mente brilhante e o esboço dos primeiros computadores, a primeira criação foi a “caixa azul” que fazia ligações de grande distância. Além de Gattes e Allen que também criaram também sua versão de computadores, além de serem jogadores pôquer. Ambas as tentativas de criarem o computador foram frustradas.
O ano de 1976 foi crucial para ambas as personagens, pois a Apple Computadores de Jobs foi criada em uma garagem e fabricavam um computador pessoal, e a Microsoft de Gates foi criada em um quarto de hotel e comercializavam linguagem de computadores, sistema operacional BASIC.
Já em meados de 1997 a Apple é reconhecida e passa a ter uma sede própria e dispara suas vendas passando ser concorrente direta da IBM. Já na década de 80 a Microsoft aproxima da IBM e oferece o sistema operacional DOS, mesmo que ainda não o tivesse realmente, e depois disso Gates e Allen garantem o dinheiro para ter a empresa.
O filme relata também as informações privilegiadas que a Apple obteve da XEROX, uma interface gráfica para utilização do mouse, o que seria desenvolvido e comercializado mais tarde para outras empresas.
Tem passagens que relatam o uso de drogas, problemas familiares e um Steve Jobs egocêntrico e um pouco ignorante. E um Bill Gates totalmente corajoso em relação ao negócios.
Há relatos também de trabalho escravo sofrido por funcionários de Jobs que eram obrigados a trabalhar mais de 90 horas semanais de trabalho. Além de mostrar insistentes brigas entre os dois maiores nomes da informática.
Houve certa aproximação entre Jobs e Gates, onde a Microsoft consegue atrapalhar o sucesso da Apple na fabricação de computadores pessoais, fazendo com acirrasse disputas interna.

Sobre tudo o filme acompanha uma parte da história tecnológica mundial, uma vez que ambos contribuíram significativamente para o surgimento do computador e da informática. Mostrar que desde sempre as duas empresas foram concorrentes e puxaram o tapete de muitas outras empresas de renome neste mesmo cenário. É uma forma bem clara de ter coragem e ambição para alcançar para conseguir as coisas, e acreditando na visão empreendedora.

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